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Machismo, Feminismo ou Humanismo?

machismo

Vivemos a Era das Mulheres, isto é fato. Não que o mundo não fosse delas antes, mas o machismo extrapolava todos os limites.

A História da Humanidade que conhecemos está pra lá de mal contada. Na verdade, conhecemos a história contada por historiadores homens em sociedades patriarcais e machistas. Não espanta que tantas mulheres tenham sido excluídas da história oficial!

O machismo não está morto, longe disso, mas agora não é politicamente correto, pega mal… Então, os homens mais inteligentes socialmente, disfarçam.

O machismo está aí, firme e forte, característica arraigada de uma sociedade de valores muito questionáveis. Alguém pode me fornecer uma razão coerente para as mulheres ganharem menos que os homens ao exercerem a mesma função no mundo corporativo? Só existe uma: machismo – boicote à ascensão feminina.

É bem verdade que uma boa parcela dos homens melhorou muito. Temos metrossexuais, homens modernos, mais sensíveis, mais bem cuidados, mas quantos deles efetivamente dividiriam as tarefas com a mulher se uma promoção estivesse em jogo?

Quantos cuidariam sozinhos dos filhos, tornando-se “mães de gravata”, como fez meu amigo Ronnie Von?

O machismo está vivo, abalado, mas resistente. E o feminismo? Bem, as mulheres já não queimam mais sutiãs em praças públicas, nem precisam, mas uma das características menos felizes do feminismo também continua viva: a tentativa de viver como homens.

Homens e mulheres são diferentes. Apenas estas diferenças não podem coibir seus direitos básicos de igualdade social.

Copiar o modelo dos homens não é nem de longe uma boa ideia. Este modelo de mundo falido em que vivemos foi em grande parte construído por nós homens, e é fato que não é um modelo feliz!

Antes, os homens (uma parte deles, uma grande parte, mas ainda assim somente uma parte) tratavam as mulheres como objetos de seus desejos sexuais, assumindo uma atitude descartável frente aos sentimentos delas.

Agora, lamentavelmente, são as mulheres que estão agindo desta forma, vivendo suas aventuras românticas como se os homens fossem meros objetos de satisfação momentânea de desejos.

A ironia da inversão é bem justa, mas suas consequências são muito graves. Estamos de novo na contramão. Seres humanos, homens ou mulheres, não podem ser tratados como objetos. Nem o machismo, nem o feminismo são modelos coerentes e justos.

A humanidade carece de Humanismo, atitudes lúcidas que celebrem as semelhanças e respeitem as diferenças entre os gêneros sob a ótica da interdependência, da complementaridade e da ética.

Sem humanismo não haverá solução, apenas solidão!

O ser humano está só, muito só, em consequência de fechar-se nas ilusões do ego materializadas em atitudes profundamente individualistas.

A guerra dos sexos e o preconceito com as escolhas sexuais das pessoas demonstram que nossos problemas estão longe de estar mais equacionados. A sociedade está um pouco menos hipócrita, apenas um pouco menos…

Hoje é politicamente incorreto demonstrar publicamente atitudes discriminatórias, mas elas persistem.

Precisamos discutir menos os gêneros e opções e passar a celebrar mais o amor!

O amor, onde anda o mais sagrado dos sentimentos? Você ama e é amado de verdade? Tem certeza?

Tarde é que reconhecemos que não amamos o suficiente e não raro descobrimos que tampouco fomos amados…

Não existe amor na ausência de respeito. Respeito é característica do humanismo vivido e praticado.

Busque amar e ser amado. Abandone o machismo e qualquer forma de feminismo, a vida é mais que o gênero, e o amor maior que o sexo!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Geração Y

Separamos este texto sobre a Geração Y para vocês. Confiram:

O que deseja a Geração Y ? (por José Roberto Marques para o Portal Terra)

 

Geração Y

 

Se existe uma geração de profissionais que é constantemente foco das atenções do mercado de trabalho, esta é a Geração Y. E não é para menos. Estes jovens nascidos nas décadas de 80 e 90 cresceram em meio à revolução tecnológica, impulsionada pelo advento da internet e chegaram para mudar a forma como as empresas fazem a gestão de seus colaboradores.

A geração Y, filha da geração X, tem um perfil bem diferente da sua antecessora. Se antes, seus pais queriam estabilidade e fazer carreira numa mesma empresa até se aposentarem, hoje, a Y exige bem mais quando o assunto é trabalho.

Isso é o que também aponta uma pesquisa global realizada pela Robert Half com CFOs (chefes financeiros). O levantamento constatou que para 48% dos entrevistados há a dificuldade em atrair estes talentos e que para 55% destes líderes, reterem a geração Y é a tarefa mais difícil em uma empresa.

A Geração Y e seus anseios

Como reflexo de um novo momento em termos organizacionais, o que estes jovens desejam extrapola os modelos convencionais de gestão. Para os profissionais desta geração um trabalho é atraente quando:

1. Encontram nele um propósito maior para o que fazem diariamente;

2. Realizam atividades desafiadoras;

3. Têm liberdade para inovar;

4. Obtêm feedbacks constantes;

5. Existem líderes coesos e capazes de apoiá-los em seu desenvolvimento;

6. Alcançam reconhecimento e ascensão de forma rápida;

7. Obtêm oportunidades claras de crescimento (Plano de Carreira);

8. Há flexibilidade de horários, ou seja, foco na produtividade e não no tempo;

9. Recebem salários recompensadores;

10. Conciliam vida profissional com qualidade de vida.

Todos estes fatores fazem parte do leque de expectativas que estes profissionais têm em relação ao mercado de trabalho. E são os sinais que as empresas não devem ignorar, pois uma relação de trabalho é também uma relação de troca.

Neste sentido é importante que as organizações busquem em suas estratégias de gestão, conciliar seus objetivos às ambições de seus profissionais da geração Y. Pois ao contrário do que muitos possam supor, a geração Y veste sim a camisa da empresa, é aberta às mudanças, comprometida, inovadora e se bem estimulada, capaz de gerar resultados extraordinários.

O que é Assertividade?

assertividade

Assertividade é, frequentemente, relacionada a acerto; daí tanta confusão com o conceito.

Assertividade é uma postura comportamental diante das pessoas e de situações cotidianas. Não está ligada ao que é certo ou errado; está ligada à nossa maneira de expor e defender nossas posições.

Ser assertivo é ser firme e direto sem sentir ou causar constrangimentos. É uma capacidade de se afirmar de maneira clara, objetiva e transparente, sem delongas.

Quem não assume suas posições com autenticidade não é assertivo; é o tipo de pessoa que fica dando voltas e não se posiciona nitidamente.

Quem assume suas posições com agressividade não é assertivo; é agressivo. A assertividade é uma postura decidida, mas não agressiva. Use palavras suaves e argumentos fortes.

Pessoas assertivas vão direto ao ponto, mas com tato. Elas resistem às tentativas de manipulação, e se posicionam de maneira firme, decidida e convincente, sem ser autoritárias ou prejudicar relacionamentos.

Pessoas assertivas são diretas sem ser rudes; utilizam da sua força moral, da qualidade de seus argumentos e de sua capacidade de síntese para ir direto ao ponto sem rispidez.

Assertividade, autenticidade e transparência caminham juntas, mas devem sempre ser orientadas por um profundo respeito às outras pessoas.

Para ser mais assertivo, eleve a autoestima, desenvolva autoconfiança, pratique a empatia e a objetividade.

Pessoas assertivas demonstram credibilidade e são percebidas como altamente significativas em função da sua autenticidade, objetividade e habilidade de argumentação.

Assertividade é uma virtude pessoal que demonstra maturidade e segurança.

Um grande abraço e até a próxima!

Carlos Hilsdorf

 

 

Os 3 capitais essenciais de uma empresa de sucesso

“Capital Intelectual é a soma de tudo o que todos em uma empresa sabem, e que dá a ela uma vantagem competitiva.”
Thomas Stewart
(consultor e editor da revista
Harvard Business Review de 2000-2008)

Os três capitais fundamentais de uma empresa hoje são: o capital intelectual, o capital emocional e o capital ético. Da interação entre estes três capitais e do estabelecimento de uma estratégia consistente nasce a possibilidade de um modelo de negócios lucrativo e sustentável.

Não espere pelas condições ideais

Se você quer construir uma bela carreira no mundo corporativo, comece sendo lúcido e consciente sobre a seguinte questão: não haverá condições ideais! Sempre digo que uma empresa é uma amostra estatística da sociedade, colocada sobre pressão. Assim, todas as idiossincrasias que encontramos na sociedade, todos os tipos de caráter, personalidade e comportamentos, podem ser esperados – e como estão sobre pressão, na maioria das vezes, não apresentarão sua melhor face.

Isso complica ainda mais o já complexo universo de relações humanas, pelas particularidades da competição exponencial à qual somos submetidos.

Para manter-se motivado e emocionalmente estável é fundamental parar de esperar por condições ideais, elas raramente existem e quando estão presentes é apenas por tempo muito limitado. Temos que aprender a manter o equilíbrio, o discernimento e senso crítico em meio ao caos, à fogueira das vaidades e todas as outras demandas interpessoais envolvidas no relacionamento com superiores, pares e equipes.

Ser otimista é bom; ser ingênuo, não! Comece a analisar as coisas sob a ótica das repercussões. Pergunte-se:

1- Se eu agir agora o que acontecerá? Qual a tendência? Quais as repercussões?
2- Se eu esperar um pouco mais para agir, o que acontecerá? Quais as tendências? Quais as repercussões.

No dia a dia da profissão muitas coisas às quais reagimos imediatamente, seriam naturalmente resolvidas em seu curso normal. As tensões seriam dissipadas e o desgaste seria menor. Nem sempre agir e reagir imediatamente é a melhor opção! Em contrapartida, outras situações irão se agravar se não agirmos imediatamente. Nestes casos, esperar não é nem um pouco sensato. Claro que é preciso perspicácia, bom senso e senso crítico para saber a diferença entre as estratégias A e B.

E você conhece algo que valorize mais o currículo que perspicácia, bom senso e senso crítico? Neste momento existe algo que precisa ser feito, uma série de obstáculos e pessoas que se interpõe entre a sua ação e a solução necessária… O quadro é: não existem as condições ideais para agir! Não espere pelas condições ideais. Comece com o que você tem.

Vença uma etapa de cada vez e, à medida que surgirem os conflitos interpessoais inerentes a “mexer” em áreas comuns, lembre-se das duas perguntas citadas anteriormente. Continue fazendo o que deve ser feito e administrando os “ônus” de trabalhar com pessoas sobre pressão, muitas vezes, confusas, oponentes e vaidosas. Cuidando sempre para não vir a compor este mesmo quadro.

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, e do sucesso 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. Referência nacional em desenvolvimento humano.

A diferença entre Preço e Valor

O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu: “Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada!”

Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a Marketing e Vendas.

Preço e valor são conceitos muito diferentes!

valor

Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor…

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Você sabe o que é Competência?

O termo competência, na esfera da gestão em RH, surgiu na de cada de 1970, ampliou-se nos anos oitenta e passou a fazer parte cotidiana do jargão corporativo em meados de 1990.

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Embora sujeito a diferentes abordagens e teorizações (o que dificulta uma definição plenamente aceita), é importante compreender que o conceito de competência (como de fato acontece com todos os conceitos) difere da palavra competência tomada em seu sentido cotidiano, fora do ambiente corporativo…

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Entrevista com o palestrante Carlos Hilsdorf: Uma carreira de sucesso

Entrevista concedida ao Jornal Carreira & Sucesso.

Melhores palestrantes Carlos Hilsdorf

Carlos Hilsdorf já realizou mais de 1.800 palestras em países como Brasil, Estados Unidos, Alemanha, México e Uruguai. Visto como um dos principais palestrantes do país é considerado um profundo estudioso do comportamento humano.

Em suas apresentações, se utiliza de artifícios como mágica, humor, música e outras formas de arte, as tornando diferenciadas. Com participações no Congresso Mundial de Administração e no Fórum Internacional de Administração, Hilsdorf aborda de maneira lúdica todos os temas pertinentes ao mundo empresarial. Em entrevista ao Carreira & Sucesso, o palestrante internacional conta como atingiu excelência no universo corporativo.

Sua obra “51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira” aponta as principais atitudes para quem deseja ingressar e ser bem sucedido no mercado de trabalho. Ele fala sobre o livro que está entre os mais vendidos do Brasil, segundo a Revista VEJA.

Ótima leitura!

Você é formado em economia. Como foi o início de sua carreira?

Minha história é de empreendedorismo. Comecei minha carreira como microempresário, em sociedade com meu pai, ainda na adolescência. Naquela época, minha empresa atual, na área de eventos, dava seus primeiros passos. Enquanto cursava a faculdade de economia eu já me dedicava ao atendimento de eventos corporativos. Neste período, as apresentações que já desenvolvia com foco lúdico e comportamental aprofundaram-se no universo conceitual de negócios, juntamente com minha pós-graduação em Marketing, pela FGV.

Quando começou a se dedicar exclusivamente às palestras?

Tive o primeiro contato com educação corporativa no final da década de 80, quando realizava apresentações especiais nas organizações, sintetizando os temas trabalhados durante o evento. Com o tempo, essas apresentações foram crescendo até que passei a ser convidado para palestras magnas. Daí em diante, os constantes estudos que vinha desenvolvendo sobre forma/conteúdo se consolidaram, dando origem à metodologia que utilizo hoje. Foram os resultados altamente eficazes dessa metodologia que conquistaram definitivamente o mercado e me tornaram um palestrante muito requisitado.

Você é considerado um dos principais palestrantes do Brasil e suas apresentações ganharam destaque por incluírem o lúdico. Como chegou a este formato de sucesso?

O formato que desenvolvi e utilizo é consequência da minha história de vida e dedicação a duas paixões complementares: a arte e o conhecimento sobre comportamento e negócios. Tenho dedicado todos os dias da minha vida ao contínuo aperfeiçoamento desta metodologia pioneira que tanto contribui com as pessoas e empresas.

Você já palestrou em diversos países do mundo. A aceitação, receptividade e interação são diferentes dependendo da cultura do país?

A aceitação, a receptividade e interação têm sido fantásticas em todas estas experiências. No aspecto conceitual, conhecimento relevante é sempre bem recebido e, no aspecto lúdico, fazemos as adaptações culturais necessárias, especialmente nas questões relativas a humor, um tema sob o qual recaem muitas particularidades locais.

Seu livro “51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira” está entre os mais vendidos do Brasil, segundo a Revista VEJA. Porque acredita que a obra fez tanto sucesso?

O sucesso editorial é sempre uma expressão de reconhecimento e carinho das pessoas com relação à obra e ao autor. Acredito que minha profunda dedicação ao tema das atitudes e o formato leve e agradável com que o livro foi redigido tenham sido elementos muito importantes em sua trajetória tão rápida de aceitação e reconhecimento.

Quais são as maiores necessidades do mundo empresarial atual na sua opinião?

Há um amplo rol de necessidades que devem despertar nosso senso de urgência. De forma sintética, podemos dizer que elas gravitam em torno das questões de:

• Compreensão da nova dimensão do capital humano, suas oportunidades e desafios;
• Compreensão da economia e dos modelos de negócios oriundos da Era da Convergência;
• Revisão dos processos de produção, execução e inovação, e de seus aspectos fundamentais ligados a sustentabilidade.

Em breve, o Carreira & Sucesso começará a publicar seus artigos. O que os leitores da newsletter podem esperar de seus textos?

Escrevo sempre com foco no leitor. Busco valorizar seu tempo e penso em como ajudá-lo a desenvolver suas competências e habilidades e contribuir para que ele vença as dificuldades que encontrará no universo corporativo. Assim, escrevo sempre comprometido em ser útil, compartilhar conhecimento relevante e auxiliar as pessoas em diversos aspectos de suas vidas. Os leitores do Carreira & Sucesso podem aguardar por textos especialmente dedicados a eles!

Deixe um recado para os profissionais que estão em busca constante de sucesso na carreira.

Acredito que o sucesso é consequência do encontro entre competência e oportunidade. Nossas competências precisam ser continuamente desenvolvidas e aprimoradas e as oportunidades buscadas, criadas e aproveitadas. É sempre melhor estarmos preparados para uma oportunidade e não tê-la, do que ela aparecer e não estarmos preparados.

Fonte: Portal Carreira & Sucesso – Entrevista com Carlos Hilsdorf, considerado um dos melhores palestrantes do Brasil.

Entrevista para Portal Arca Universal

palestrante Carlos Hilsdorf

Com um vasto currículo como palestrante no Brasil e em outros países, como Alemanha e México, Carlos Hildorf é especialista em tudo que está ligado a atitudes no ambiente de trabalho e relacionamentos. Em conversa com o Portal Arca Universal, o profissional dá dicas bastante interessantes de como agir.

Confira a entrevista a seguir:

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