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7 dicas para ter boas ideias

Algumas condições ajudam a ter boas ideias.


Nós preparamos 7 dicas para você:

1 – Tempo para pensar: Não tenha pressa. O embrião de uma grande idéia pode levar anos até amadurecer. É como um organismo que se forma aos poucos. A idéia se alimenta de seu conhecimento. Steven Johnson, autor do livro “Where good ideas come from?” (De onde vêm as boas ideias?), chama esta gestação de “slow hunt” ou palpite demorado.

2 – Não existe “Eureka”: O momento “eureka” faz as histórias sobre grandes invenções ficarem mais emocionantes. Mas será que acontece assim mesmo? Para Steven Johnson, não. O nascimento de uma nova ideia é um processo mais penoso. Acontece quando rejeitamos ou reaproveitamos ideias antigas em novas combinações.

3 – A vida é melhor em grupo: A ideia não é uma coisa só, está mais para um enxame, afirma Steven Johnson, em seu livro. Se nos isolamos, corremos o risco de ficar presos a certos conceitos. Quando a informação circula, criamos uma rede fluida, inteligente e receptiva à novidades.

4 – Perder o foco é importante: Nem sempre ficar obcecado por um problema é a melhor tática para resolvê-lo. As ideias gostam de uma dose de dispersão. Elas podem amadurecer durante o sono, no banho ou em uma simples caminhada. Quer uma dica? Tenha um hobby.

5 – Adapte as ideias: As boas ideias são flexíveis e se adaptam a novos desafios. Elas costumam viver fora do território da rotina. Se ficarem rígidas demais, correm o risco de serem aplicadas uma única vez – ou nem isso – e morrem.

6 – Não rejeite o erro: Ideias que parecem boas podem falhar no mundo real. Encontram obstáculos intransponíveis e morrem. Isso se chama “erro”. Um erro serve para adubar o terreno onde vão nascer outras ideias. Elas se beneficiarão de ideias mortas e nascerão mais fortes.

7 – Bagunça organizada: É importante anotar tudo, sem catalogar. Ideias, citações, sonhos. Vale tudo. Assim, é possível combinar os pensamentos e imaginá-los de outros jeitos. Você pode usar um programa de computador ou um bloquinho de notas, mesmo. A Teoria da Evolução, por exemplo, foi vislumbrada por Darwin em suas próprias anotações.

Fonte: Época Online

De onde vêm as boas ideias?

Olá amigos!

Todos nós queremos ser mais criativos e ter melhores ideias, não é mesmo? Saibam que é possível adotar uma postura que favorece o surgimento destas ideias. Confiram este fantástico vídeo que ilustra a metodologia de Steven Johnson para ter boas ideias!

Steven Johnson é um dos mais influentes pensadores do ciberespaço, segundo os periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. Johnson graduou-se em semiótica pela Brown University e em literatura inglesa pela Columbia University. Autor dos livros: Cultura da Interface, De cabeça aberta, Emergência, dentro outros.

Steven Johnson, citado como um dos mais influentes pensadores do ciberespaço pelos periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. Johnson graduou-se em semiótica pela Brown University e em literatura inglesa pela Columbia University. Autor dos livros: Cultura da Interface, De cabeça aberta, Emergência, dentro outros.

O dia da mentira

dia da mentira

Há datas comemorativas pelas mais diversas razões. Algumas prestam homenagem a heróis, temos o dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, outros comemoram eventos religiosos, etc. Mas o primeiro de abril sobressai como a única data para comemorar a mentira. O dia da mentira, ou 1º de abril, é uma antiga comemoração e tem uma história curiosa.

Existem dúvidas sobre quando essa tradição engraçada começou, mas a explicação mais aceita liga o primeiro de abril à França do século XVI. Desde o começo do século XVI, o ano novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril. Até 1564, o calendário em vigor era o calendário Juliano, que considerava o início do ano novo em 1 de abril. De acordo com o livro “The Oxford Companion to the Year”, o rei Carlos IX, declarou que a França começaria a usar o calendário Gregoriano, onde o ano novo iniciaria em primeiro de janeiro.

Nem todos aceitaram essa mudança de datas, ao mesmo tempo, alguns acreditavam que as datas não deveriam ser alteradas, e foi esse pessoal que serviu de alvo às brincadeiras de primeiro de abril, pois foram considerados tolos (Nos países de língua inglesa, April Fool’s Day, “Dia dos Tolos de Abril”). As pessoas enviavam presentes e os convidavam para as falsas festas. Os cidadãos das zonas rurais da França também eram vítimas dessas piadas. Nesta época, as notícias viajavam lentamente e eles podem ter ficado sem saber sobre a troca de datas durante meses ou anos. E ainda tiveram que suportar as piadas por celebrarem o ano novo no dia errado.

Provavelmente, não se trata de uma coincidência que o dia da mentira seja comemorado ao mesmo tempo que outros dois outros dias semelhantes. Na Roma antiga o festival de Hilária foi uma iniciativa para celebrar a ressurreição do deus Átis. A palavra hilária, provavelmente, é derivada da palavra hilaridade e hilariante, ambas significando alegria ruidosa. Hoje em dia, Hilária é também conhecida como o Dia da risada romana. Na Índia, há um festival chamado “Holi” que comemora a chegada da primavera. Como parte do festival, as pessoas fazem brincadeiras e se lambuzam mutuamente com cores.

Não há uma conexão clara entre a observância moderna do dia da mentira e essas duas antigas comemorações, o que leva muitos historiadores a aceitarem a explicação francesa de como surgiu o dia da mentira.

De qualquer modo, o dia da mentira pegou e é motivo de muita diversão. Afinal, em qual outro dia podemos pregar peças em nossos queridos amigos e conhecidos, sem peso na consciência?

Fonte: How Stuff Works

O discurso histórico de Martin Luther King

Martin Luther King foi um pastor protestante e ativista político norteamericano. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

martin luther king

Martin Luther King foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz, em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é “Eu Tenho Um Sonho“, que você encontra a seguir:

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