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Arquivos da categoria: metáforas

Consertar o mundo

Olá amigos, aqui está uma breve e bastante conhecida história sobre como consertar o mundo. Espero que vocês gostem.

Um homem muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu escritório, tentando encontrar meios de consertar o planeta.

Certo dia, seu filho de 7 anos entrou em seu escritório decidido a ajudá-lo.

consertar o mundo

O homem, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo.

Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!

Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa.

Passados alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente:

- Pai, consegui! Terminei tudo!

A princípio, o pai não deu crédito ao chamado do filho. Seria impossível uma criança de 7 anos conseguir recompor um mapa que jamais tinha visto.

Relutante, o homem levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Ficou boquiaberto. Pensou: como seria possível? Como o menino de 7 anos foi capaz de tal feito? E resolveu perguntar:

- Meu filho, você não sabia como era o mundo, como conseguiu montá-lo completamente?

E a criança respondeu:

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui.
Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem do outro lado da folha, pois o homem eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!

Moral da história: o primeiro passo para consertar o mundo é consertar os seres humanos. Só seres humanos melhores poderão fazer do mundo um lugar melhor.

Autor desconhecido

Um grande abraço a todos, do palestrante Carlos Hilsdorf.

A Inveja

Olá amigos! Que nunca sofreu com a inveja? A inveja é uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-las. A quem sofre porque outras pessoas tem inveja de você, deixou este pequeno texto “Pedras e Frutos” de minha autoria, e uma breve fábula, bastante conhecida.

Pedras e frutos (por Carlos Hilsdorf)

”Não se atiram pedras em árvores sem fruto; toda tentativa de apedrejamento visa sempre derrubar os frutos.
Inocente ignorância dos apedrejadores, porque, mesmo conseguindo o feito, se esquecem de que os frutos caídos no chão experimentarão o tempo e a decomposição e voltarão a frutificar, de uma ou de outra maneira, pois cada semente dá origem à essência interior que carrega.
Já as pedras caídas no chão permanecerão pedras, e as mãos que as atiraram terminarão vazias, tão vazias quanto o coração e a alma que lhes ativaram o movimento.”

Palestrante Carlos Hilsdorf

E aqui, a fábula, de que falei:

A Inveja

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar.

Ele fugia rapidamente, com medo da cobra. Fugiu durante um dia e ela não desistia, dois dias e nada da cobra desistir.

No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra:

- Posso lhe fazer uma pergunta?

- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.

- Pertenço à sua cadeia alimentar?

- Não.

- Te fiz alguma coisa?

- Não.

- Então por que você quer me comer?

- PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR!

A qual grupo você pertence ?

fazer a diferença

Em uma importante universidade, um sábio professor, com grande dose de paciência, tentou começar a primeira aula do ano de sua nova turma, mas não conseguiu. Pediu silêncio educadamente várias vezes e não obteve sucesso. O professor, com voz firme, disse então:

“Queridos alunos, prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez. Desde que comecei a dar aula, há muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada 100 alunos, apenas 5 são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas 5 se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas e do mundo. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; não se dedicam, não se esforçam, não saem da zona de conforto, são acomodados, ficam na mediocridade… Passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta porcentagem vale para todo mundo. Se prestarem atenção, notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons, apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais que amam o que fazem.

É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do restante, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teríamos o silêncio necessário para uma boa aula e eu dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.

Mas, infelizmente ainda não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que está sendo feita pelo restante.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá: ao grupo que faz a diferença, ou ao grupo que passa pela vida sem deixar sua marca. Pensem bem. Ainda dá tempo de fazer parte do grupo certo, do grupo que faz a diferença. Obrigado pela atenção e vamos à aula”.

Esta simples história nos traz uma forte mensagem sobre a importância da dedicação, do comprometimento, do esforço-extra. Uma lição sobre sair da mediocridade, abandonar o comodismo e fazer as coisas realmente acontecerem. E você? A qual grupo você quer pertencer?

Um grande abraço a todos!

Carlos Hilsdorf

O menino que queria encontrar Deus

menino que queria encontrar Deus

Francisco era um menino com um sonho: ele queria se encontrar com Deus. Um dia tomou a decisão de ir ao encontro de Deus. Mas ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto preparou sua mochila com lanches, biscoitos e guaraná, saiu de casa e começou sua caminhada. Após caminhar algumas quadras, encontrou um velhinho bem simples, bem humilde, sentando em um banco da praça olhando os pássaros.

O menino sentou-se no banco junto a ele, abriu sua mochila para pegar um biscoito, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um de seus lanches.

O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho agradeceu e sorriu ao menino.

O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo biscoito e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado, resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço ao velhinho. Daqueles abraços apertados, que enchem o nosso coração de vida!

O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face:

- O que você fez hoje que te deixou tão feliz?

O menino respondeu:

- Passei a tarde com Deus – e acrescentou – Você sabe, ele tem o sorriso mais lindo que eu já vi.

Enquanto isso, o velhinho chegou em sua humilde casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:

- Por onde você esteve e por que está tão feliz?

E o velhinho respondeu:

- Comi biscoito e tomei guaraná no parque com Deus – e antes que seu filho pudesse dizer algo, completou – Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?

E ambos estavam certos…

Esta é uma mensagem simples, mas que traz um grande ensinamento: Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma atitude ou um simples ato de carinho. Tudo isso tem o potencial de mudar nossas vidas e nos aproximar de Deus.

A importância do exemplo

Vejam esta breve história que demonstra o poder do exemplo.

poder do exemplo

José queria proporcionar um dia especial para seus dois filhos. Resolveu fazer uma surpresa. Numa tarde ensolarada, decidiu levar seus filhos ao circo.
Ao chegar à bilheteria, pergunta:

- Olá, boa tarde, quanto custa a entrada?
O vendedor responde:
- R$ 30,00 para adultos, e R$ 20,00 para crianças de 7 a 14 anos. Crianças menores de 6 anos não pagam. Quantos anos eles têm?
E o pai responde:
- O menor tem 3 anos e o maior 7 anos.
Com um sorriso, o rapaz da bilheteria disse:
- Se tivesse falado que o mais velho tinha 6 anos, eu não perceberia, e você economizaria R$ 20,00.
E o pai responde:
- É verdade, pode ser que você não percebesse, mas meus filhos saberiam que eu menti para obter uma vantagem e jamais se lembrariam desta tarde como uma tarde especial.
E finaliza:
- A verdade não tem preço. Hoje deixo de economizar R$20,00 que não me pertenceriam por direito, mas ganho a certeza de que meus filhos saberão a importância de sempre dizer a verdade!
O atendente permaneceu mudo… Também ele teria uma tarde especial para se lembrar…

Moral da História:

Esta antiga história ilustra uma cena em que os filhos presenciam uma atitude correta do pai. A história nos permite perceber que:

* Nada deve substituir a verdade
* Educar é dar o exemplo
* O exemplo correto beneficia a todos ao nosso redor
* Jamais devemos fazer pequenas concessões à mentira, o preço é alto demais
* Uma tarde especial vale para toda a vida…
* As palavras convencem mas o exemplo arrasta

Um grande abraço.

Paz e alegria,

Carlos Hilsdorf

Ser feliz ou ter razão?

ser feliz ou ter razao

Oito da noite. Avenida movimentada. Chuva forte.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Mas ele tem certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
- “Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido comigo um pouco mais…”

E ela diz:
- “Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.”
E completa:
- “Querido, estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”

Moral da história:
Esse fato foi contado por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Diante disso, me pergunto: “O que é melhor? Ser feliz ou ter razão?’
E lembrei de um outro pensamento parecido, diz o seguinte:
“Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”

Coloquei esta breve história no blog para que todos possamos refletir sobre este precioso ensinamento que ela nos traz.
Um grande abraço.
Paz e Alegria
Carlos Hilsdorf