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Como lidar com o tão temido feedback?

Olá amigos, estou reproduzindo aqui esta entrevista que concedi a uma revista sobre o tema Feedback.

- Como o feedback pode contribuir no desenvolvimento humano dentro das organizações?

Todos nós precisamos de parâmetros para avaliar nosso desempenho e evolução no tempo. Sem referências não podemos evoluir. O feedback (termo que pode ser traduzido como retroalimentação), quando bem aplicado, é uma importantíssima ferramenta de referência. Ele permite nos avaliar de fora para dentro, escapando da subjetividade com a qual avaliamos a nós mesmos. Através do feedback podemos saber, sob o ponto de vista de líderes e pares, como está sendo percebido o nosso desempenho. Ele revela muitas particularidades que escapam da nossa avaliação pessoal e abre novos horizontes para o nosso desenvolvimento. O feedback é uma espécie de crítica e, como tal, deve ser nosso maior aliado nas questões de autoconhecimento e autossuperação.

- Essa é uma prática muito utilizada pelas empresas, ou ainda existe um padrão mais rígido no relacionamento de chefes e colaboradores?

A prática é muito utilizada, mas nem sempre bem utilizada. Não basta fornecer feedback, é preciso fornecer um feedback de qualidade, através de um relacionamento de qualidade. Em muitas empresas ainda prevalece um feedback pesado, rancoroso e punitivo. Este tipo de prática nem deveria ser considerada feedback porque vai no sentido contrário à filosofia da ferramenta. Infelizmente isso ainda é muito comum.

- Como o colaborador pode se preparar para lidar com um feedback ruim?

Há dois tipos de feedback ruim. Ele pode ser ruim somente em relação ao seu desempenho, ou ele pode ser ruim porque além de tratar do seu desempenho vem em um formato ruim (sem o devido respeito e qualidade de relacionamento). Em ambos os casos, separe o conteúdo da forma. Aproveite a crítica sem se magoar com os críticos. Uma pessoa pode ser péssima em relacionamento, lhe oferecer um feedback ofensivo, mas ainda assim estar lhe dizendo uma grande verdade e lhe oferecendo uma enorme oportunidade de evolução. Não devemos esperar que as críticas mais importantes venham sempre de pessoas bem educadas e craques em relacionamento. O que importa é o quanto podemos evoluir com base na crítica, ela é um meio, não um fim!

Devemos nos colocar sempre com humildade e resiliência frente a feedbacks desfavoráveis, olhando-os sempre com olhos de oportunidade!

- E muitas vezes um feedback bom ajuda ou atrapalha no desempenho do colaborador?

O que acontece com nosso desempenho depende de dois fatores:

  • a qualidade do conteúdo do feedback, ou seja, o quanto ele é assertivo, coerente  e relevante;
  • a nossa atitude de buscar a evolução com base no feedback

Os resultados serão positivos ou não dependendo da interação destes dois fatores.

- Qual a melhor maneira de dar e receber um feedback?

A melhor maneira de dar um feedback consiste em dizer a coisa certa, no momento certo e através de um relacionamento de qualidade baseado em respeito e empatia. E a melhor maneira de receber um feedback é sempre manter uma postura humilde e aberta, porque muitas vezes, em um primeiro momento, nos colocamos em postura defensiva, teimando em não acreditar que o feedback esteja correto. Posturas reativas e defensivas não nos ajudarão a melhorar nossa competência e performance. Precisamos adotar uma postura pró-ativa e responsável, sempre orientada ao nosso crescimento humano e profissional.

- É mais difícil para o gestor dar o feedback ou para o colaborador recebê-lo?

Isso depende das características de personalidade, do grau de profissionalismo e da maturidade emocional de cada um. Pessoas muito profissionais com personalidade ajustada e boa maturidade emocional não terão dificuldade em dar ou receber feedback.

- Como as empresas podem evoluir em relação a isso?

As empresas devem compreender que o bom feedback é educativo e não punitivo. Uma cultura punitiva é prejudicial em todos os sentidos: restringe a ousadia e a inovação, prejudica a transparência nas relações e diminui a produtividade.

O feedback deve ser utilizado com frequência, com baixa pressão e de uma maneira a ser sempre percebido como uma ferramenta a favor da melhoria contínua das pessoas e da organização. A organização também precisa aprender a receber o feedback de seus colaboradores, especialmente no sentido de saber quanto prazer em trabalhar e orgulho em pertencer à empresa eles possuem!

Carlos Hilsdorf, palestrante, pesquisador do comportamento humano e autor do Best seller Atitudes Vencedoras. Para mais informações, visite: www.carloshilsdorf.com.br.

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