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Entrevista com palestrante Carlos Hilsdorf sobre Inovação

inovação

Em entrevista ao Jornal Tribuna de Minas, um dos melhores palestrantes do Brasil, Carlos Hilsdorf, aborda o tema Inovação.

 

Como definir inovação no ambiente empresarial?

Inovação é a canalização de criatividade, talento e esforços na geração de diferenciais (em todas as áreas da empresa) que agreguem valor ao negócio, transformando-o em um negócio mais competitivo, mais admirado e mais rentável!

A inovação não se restringe à tecnologia, produtos ou serviços. Podemos e devemos inovar o negócio como um todo, inovando o modelo de negócios: nossas estratégias de vendas, nossos canais de vendas, nosso posicionamento frente ao mercado, nossa relação com clientes, nosso atendimento, nossa relação com fornecedores e colaboradores, produtos, serviços, etc.

 

Quais são as vantagens de inovar?

A principal vantagem em inovar consiste em manter o negócio vivo, atualizado e sustentável.

A inovação é o que faz com que o sangue financeiro circule do mercado para o caixa da empresa. As maiores margens de lucro pertencem, em todos os segmentos de negócios, às empresas mais inovadoras e, por conseqüência, a capacidade de investir e crescer mais rápido que a concorrência também!

Empresas inovadoras ampliam o vínculo com seus clientes, fidelizando-os com maior facilidade, além de formar, através do seu posicionamento up to date, os novos clientes que começam a fazer parte do mercado e a observá-las como referência em seus segmentos e categorias de negócio.

Frente aos resultados obtidos como fruto direto da inovação, estas empresas são mais engajadas nas questões sociais e ambientais, ganhando o respeito cada vez maior de seus clientes e futuros clientes, em um ciclo virtuoso extremamente benéfico para os negócios e a sociedade.

 

Inovar é só para empresas de grande porte?

Não, de forma alguma. Este tipo de visão é fruto da ilusão segundo a qual, a inovação depende sempre de grandes volumes de capital e tecnologia, o que não é verdade.

Empresas de pequeno e médio porte, e inclusive empreendedores individuais podem e devem inovar; e é esta a postura que os permite concorrer no mercado ocupando nichos que muitas vezes as grandes empresas têm até mesmo dificuldade de atuar em função do tamanho da sua estrutura e baixa velocidade de adaptação e customização imediata.

 

O que é preciso para inovar: recursos, criatividade ou planejamento?

 

As três coisas, mas a principal é a disposição (decisão seguida de atitude) de inovar. Estar verdadeiramente aberto para buscar caminhos e soluções inovadoras é indispensável.

Inovação não acontece por decreto, memorando ou contrato, ocorre via desapego ao passado e determinação em escrever o futuro. Os principais recursos são os humanos: pessoas dotadas de talento, desejo, atitude, condições e suporte para fazer o novo acontecer.

O planejamento é responsável por estabelecer objetivos e metas claras, mensuráveis e qualitativamente/quantitativamente definidas.

Criatividade é a característica da inteligência que permite novas associações de informações e conhecimentos dando origem ao novo.  Em negócios quando este “novo” transforma qualitativamente e agrega valor aos negócios dizemos que a criatividade gerou uma inovação!

 

-  Como identificar o momento em que é preciso inovar?

A questão temporal é relativa e possui inúmeras variáveis. Nossa abertura e busca pela a inovação deve ser constante. Como já dizia com sabedoria Peter Drucker, grande autor em Administração, “Tudo o que existe já está obsoleto!”

Do ponto de vista da implantação da inovação, podemos dizer que varia em função dos retornos que estamos obtendo com os modelos, práticas/produtos ou serviços anteriores. Tudo está sujeito a um ciclo de depreciação e obsolescência: nosso modelo de negócios, nossos canais de venda, produtos e serviços, etc.

Sempre que dispomos de uma inovação que pode substituir o “status vigente” agregando mais valor ao negócio, gerando resultados superiores (não apenas financeiros, mas de posicionamento, comunicação, participação no mercado, etc.), é o momento de inovar!

É importante observar que na era atual, os maiores interessados em superar (tornar obsoletos) nossos produtos/serviços e modelo de negócios somos nós mesmos. Se não o fizermos, nosso concorrente o fará! Observe as práticas da Apple neste quesito, elas são um grande exemplo de timing de inovação e obsolescência planejada.

 

A inovação é o caminho para driblar a concorrência?

O conjunto de inovações que se aplicam a todas as áreas do nosso negócio e não apenas a produtos e serviços, correspondem ao grande caminho para driblar a concorrência e estar continuamente à sua frente.

Nossos concorrentes fazem benchmarking de nossas melhores práticas, produtos e serviços e, muitos, copiam escancaradamente nosso novo modelo de sucesso. Contudo, só podem copiar o nosso passado… Se enquanto eles se dedicam a isso estivermos construindo o futuro, eles estarão sempre atrasados e evidenciando que somos a referência de mercado. Só não podemos nos acomodar. Em um mundo de alta competitividade, para ficar para trás, basta ficar parado!

 

É possível aliar tradição e inovação?

É perfeitamente possível. Desde que não confundamos tradição com apego ao passado. Aquilo que chamamos de tradição, frequentemente, são os aspectos, características e benefícios atemporais do negócio, produto ou serviço, tais como: a qualidade, credibilidade, pontualidade, respeito ao cliente, etc.

Estes aspectos da chamada tradição podem e devem ser mantidos, embora muitas vezes adaptados às demandas e realidades do mercado atual, sempre dinâmico.

Muitas vezes, na era atual, existem situações em que os clientes preferem comprar algo com qualidade relativamente inferior à que demandavam no passado, porque pretendem ficar menos tempo com o produto em questão, e por isso, não querem investir somas maiores em uma qualidade que ultrapassaria o tempo de uso que fariam do produto.

Este fenômeno é fácil de observar na indústria moveleira, onde por questões de mudança no perfil do consumo e controle ambiental, hoje se produz menos móveis maciços que no passado. Hoje, as pessoas renovam a decoração com mais frequência que no passado; móveis para a vida toda já não são prioridade para este tipo de cliente.

 

Quais são as principais consequências para uma empresa que não inova?

Seus clientes terminam por abandoná-la muito mais rápido do que ela possa imaginar, suas margens de lucro tornam-se cada vez menores tornando o negócio insustentável e seus concorrentes mais inovadores acabarão por engoli-la com extrema facilidade! A empresa poderá até deixar de existir em um curto espaço de tempo.

Inovação não é uma opção, é uma condição de existência na Era atual!

 

Carlos Hilsdorf

Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, e do sucesso 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Site: www.carloshilsdorf.com.brTwitter: @carloshilsdorf

 

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