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Há um caminho por trás de cada porta

caminho-porta

As portas não se abrem sempre da mesma maneira. Os mesmos caminhos que nos levam ao êxito podem também ocasionar o fracasso. A substância que cura também pode matar. Tudo é uma questão da dose, do momento, da aplicação…

Veja o caso da repetição: repetir é uma das condições necessárias à aprendizagem.

Dizemos que alguém aprendeu determinada função, ação ou conhecimento, quando é capaz de repetir em situações idênticas ou semelhantes, a mesma sequência, raciocínio ou processo.

Porém, nossa capacidade de repetir nos conduz inúmeras vezes ao engano.

Aprendemos como abrir uma porta, generalizamos este processo e começamos a abrir todas as portas fechadas que encontrarmos… Até que um dia encontramos uma porta que, em várias tentativas, simplesmente, não abre…

Fomos enganados pelo hábito da repetição. Simplesmente, a maçaneta está ao contrário, ou o sentido da chave está invertido. O fato é que ficamos algum tempo paralisados, pensando porque a porta não abre se fizemos tudo direito?

Quando “congelamos” no processo de repetição, ocorreu apenas uma fase do processo de aprendizagem, mas não a mais importante delas: aquela que dá origem conhecimento.

O conhecimento nos permitirá utilizar respostas diferentes diante de novos desafios.

Foi assim que reagimos diante da porta:

As portas se abrem girando a maçaneta para a direita. Estou diante de uma porta. Giro a maçaneta para a direita e a porta não abre, logo… Não posso abrir essa porta.

Quando o mais correto seria reagirmos assim:

Uma grande quantidade de portas se abre girando a maçaneta para a direita.

Estou diante de uma porta. Giro a maçaneta para a direita e a porta não abre…

Bom… Que tal tentar girar para a esquerda?

Sim, posso abrir essa porta, basta compreender como está fechada, ao invés de ficar repetindo as maneiras como abri as portas anteriores.

É extremamente simples! Na vida, as portas não se abrem sempre da mesma maneira.

Com base neste raciocínio, pare e reflita: quais são as portas que não se abrem na sua vida?

  • Você está preso à solidão? Abra a porta para estabelecer relacionamentos.
  • Está preso no quarto escuro da mágoa? Abra as portas do perdão.
  • Se encontra confinado aos acontecimentos passados? Abra a porta do presente.
  • Sente-se aprisionado pelo seu potencial atual? Abra as portas do aprendizado de coisas novas.

Sim, eu sei, você vai me dizer que já tentou fazer isso várias vezes, mas as portas não se abriram, parecem estar emperradas… Mas, espere um pouco… Será que você girou a maçaneta para o lado certo?

O fato das coisas não darem certo em noventa e nove tentativas, não significa que não darão certo na centésima, especialmente se você tentar de uma forma diferente.

Não viva aprisionado às generalizações. Você não é uma estatística, é um ser de potencial ilimitado.

Não se esqueça também que você pode mudar de porta… As portas que não se abrem servem para duas coisas básicas em nossas vidas:

1)     Testar nossa perseverança, garra e inteligência em abri-las;

2)     Fazer-nos perceber que nosso caminho não passaria por aquela porta, que estávamos diante da porta errada.

Só os mais experientes e mais sábios descobrem rapidamente a diferença. A maioria das pessoas se engana: insiste na porta errada e desiste da porta certa. Preste atenção nisso!

A vida é um labirinto de portas. Para cada uma que você abrir, outra surgirá, e o que está por trás de cada uma delas, jamais será a mesma coisa. Nem você será o mesmo, dependendo das portas que escolher…

Entre todas estas portas, existe uma fundamental: aquela que só abre por dentro e dá acesso ao seu coração. É por esta porta que entram a Luz de Deus, o seu verdadeiro amor, os amigos.

E é por ela que você sai do passado, abandona suas mágoas, frustrações e limitações e parte na direção de novas possibilidades e oportunidades.

Esta porta que só abre por dentro também parece não abrir em determinadas situações: inverta o sentido da maçaneta! Porque, na vida, é perdoando que se é perdoado, é amando que se é amado, é dando que se recebe.

Abra as portas do coração e da alma e, em seguida, vá abrindo todas as portas significativas que a vida colocar à sua frente, menos aquelas que sua própria alma e coração disserem não ser para você!

Não se preocupe em saber a diferença agora. O tempo, a experiência e, sobretudo, um coração humilde lhe ensinarão a reconhecer a diferença.

Há uma porta esperando para ser aberta neste exato momento, só depende de você!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Encontre o seu Shangri-la

shangrila

Estou escrevendo este artigo aos doze dias de Janeiro, o que coincide com o dia do meu aniversário. Escrever este artigo é para mim um presente. Considero todas as oportunidades de relacionamento com a vida e com as pessoas um imenso presente. Como hoje é meu aniversário, vou me permitir algumas “licenças poéticas” neste artigo.

Talvez hoje seja seu aniversário também, ou de alguém a quem você ama; uma amiga, um parente, um professor. Aniversários têm sempre um significado especial. Eles nos lembram a data em que fomos matriculados neste estágio da escola da vida e sugerem um balanço do que realizamos até o momento, como anda a nossa missão existencial, a tão aclamada lenda pessoal (me lembro de Joseph Campbell) que cada um de nós vive de forma particular e única.

Nesta datas, muitas pessoas se lembram de nós. Nesta data, nós também nos lembramos deles, de tudo o que vivemos em sua companhia e, inevitavelmente, de tudo mais o que vivemos, os fatos e pessoas que marcaram, os risos e as lágrimas que deram o tom da nossa trilha sonora existencial. Desfilam em nossa mente pessoas, situações, livros, fotos, músicas, filmes, tudo o que compôs o cenário de nossas vidas até o momento…

Quando eu era ainda uma criança, o primeiro filme que me impactou, ainda bem pequeno, foi “O Horizonte Perdido” (The Lost Horizon). Nas locadoras há duas versões deste filme, a que me refiro é a que possuía a trilha sonora de Burt Bacharach. Baseado no livro de James Hilton, este filme, mistura de realismo fantástico, musical, romance drama e filosofia, conta a história de um avião que cai nas montanhas durante uma tempestade de neve. Seus passageiros buscando abrigo e alimento são resgatados por uma equipe que os conduz a Shangri-la, um paradisíaco lugar entre as montanhas onde as pessoas vivem em harmonia, não envelhecem e desfrutam da paz proveniente da moderação e da cooperação. Tudo isto ocorre desde que não deixem Shangri-la, pois sair deste “éden” significa perder todos estes benefícios.

Visto hoje, a parte musical do filme parece ingênua e até infantil, mas os diálogos e a proposta mítico/metafórica de Shangri-la não perderão o significado jamais…

Existe um lugar a salvo das tempestades do mundo, um lugar onde existe paz, amor e harmonia, onde a moderação e a cooperação permitem a qualidade de vida. Um lugar onde a gente não envelhece. Neste lugar o amor de nossas vidas e nossa missão esperam por nós…

Quando o encontrarmos seremos felizes, desde que tenhamos a coragem de abandonar  “a velha civilização”  e tudo mais que ficou “para além das montanhas” sagradas de Shangri-la.

O paraíso tem lá suas condições…

Se você ainda não viu este filme, veja. Veja, preferencialmente, a versão com trilha de Burt Bacharach (a versão colorida por computador, a anterior permaneceu somente em preto e branco), você se beneficiará com os diálogos e com as reflexões que poderá fazer partindo deles…

Shangri-la existe!

Está dentro do seu coração.

Neste lugar, nenhuma tempestade poderá atingi-lo.

Em Shangri-la, todos os dias são dias do seu aniversário. Neste lugar “mágico” suas lembranças estarão vívidas e você experimentará a paz… Desde que, tendo encontrado este paraíso perdido dentro de si mesmo, você não tente voltar para as coisas que ficaram para trás.

Shangri-la é um lugar que está sempre à sua frente, quando encontrá-lo viva nele, não o deixe.

Se tentar partir e voltar para o “velho mundo” poderá passar o resto de seus dias buscando o caminho de volta…

Cada um de nós tem um sentido, um significado, uma interpretação para este metafórico lugar do realismo fantástico…

Cada um de nós tem o seu próprio Shangri-la.

Feliz aniversário!

Em Shangri-la sempre será o dia do seu aniversário…

Por que lá você renasce todos os dias…

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

A imagem refletida no espelho

espelho

Em um inesperado momento de sua vida, você se depara com uma imagem refletida no espelho da existência. Olhamos, olhamos novamente, voltamos a olhar e, após grande hesitação, reconhecemos: trata-se de nós mesmos!

Trata-se de um “nós” refletido em uma imagem que desconhecíamos ou, talvez, insistíamos em não reconhecer. Somos incrivelmente hábeis para fugir de nós mesmos e tremendamente covardes para nos buscar por trás das aparências.

Mas esta imagem, cedo ou tarde, aparece e com ela vem uma dor forte e intensa: a dor de descobrirmo-nos como somos e não como gostamos de pensar que somos.

Este “outro” no espelho da existência, parece tão diferente de nós. Não que seja mais feliz ou mais triste… é diferente, muito diferente.

Esta imagem, às vezes é trazida pela sinceridade de um verdadeiro amigo (aquele que diz o que precisamos ouvir); às vezes é trazida por uma dor de amor (onde quem amamos, desiludido por alguma situação, desabafa o que sempre pensou e nunca revelou a nosso respeito), outras vezes é trazida pela reflexão, psicoterapia ou busca espiritual.

Corajosos, nos achamos covardes.

Fortes, nos reconhecemos fracos.

Altruístas, nos surpreendemos egoístas.

Vencedores, nos descobrimos com inveja.

Humildes, visualizamos nossa vaidade.

Pacíficos, encontramos a raiva.

Religiosos, nos vemos sem fé.

Bons, nos percebemos ainda maus.

Belos, nos vemos distorcidos.

Distorcidos pelas lentes da realidade!? Que tipo de distorção é esta que nos mostra como somos?

Esta imagem choca e nos faz parecer monstros aos nossos próprios olhos. Caem as escamas que impediam a nossa visão… E a luz fere os olhos acostumados à escuridão.

Vivemos muito tempo no escuro, onde podemos dizer coisas sem olhar nos olhos e acertar os cabelos sem, de fato, olhar no espelho.

O espelho do outro, o espelho de quem nos ama, o espelho de quem amamos, o espelho do amigo, da amiga, do pai, mãe, irmão, professora…

O espelho do outro revela uma imagem que é nossa. Por que tardamos tanto em ver a nós mesmos como somos?

Não, não é somente por medo e covardia, é também por falta de maturidade. Este dom que o tempo traz aos que o buscam verdadeiramente. A maturidade não é obra do tempo, é obra de um coração sincero que viaja no tempo!

Não somos monstros! Não somos santos! Somos homens e mulheres em busca de nós mesmos.

Em um determinado momento, em um inesperado momento de sua vida, uma imagem aparece em “um espelho”. Não a trate como um desconhecido. Trata-se do seu próximo mais próximo, aquele a quem devemos amar primeiramente no exercício de amar ao próximo, alguns milímetros, metros ou quilômetros, mais distantes.

Este desconhecido somos nós mesmos. A imagem no “espelho” pede ajuda! Ela precisa ser reconhecida e auxiliada, não consegue respirar, sufocada por aquilo que fingimos ser.

Não somos santos nem monstros. Somos seres humanos, que, de tão humanos, não nos reconhecemos disfarçados por trás do herói que gostaríamos de ser. Heróis são pessoas comuns que encontram a si mesmas! Por isso são fortes, porque não estão divididas entre o que são e o que pensam ser. Simplesmente vivem como são: autênticas.

A dor da autenticidade é o preço da descoberta do caminho que leva à felicidade.

Seja feliz! Viva a autenticidade. Vai doer, todo nascimento implica algum tipo de dor, mas a vida celebrará com sorrisos o que as lágrimas da descoberta evidenciam, ao lavar olhos, como que eliminando as imagens passadas.

Na ausência da autenticidade não há vida, somente a morte do nosso verdadeiro “eu”.

Monstros não refletem sobre seus sentimentos, erros e acertos. Tornar-se “santo” é uma meta, não um ponto de partida. Todo “santo” teve um passado e todo “pecador” terá um futuro!

Ninguém vencerá o mundo sem conhecer o mundo, ninguém transcende a matéria sem ter sido “matéria”. Nossos erros são apenas virtudes que ainda não aprenderam a direção…

Ou, por acaso, você nunca parou para pensar que um teimoso pode tornar-se persistente? O teimoso é um indivíduo egocêntrico que está mais preocupado em ter razão que em encontrar a razão. O teimoso caminha em círculos. Já o persistente, possui metas mais claras, aceita opiniões e toda a ajuda que o auxilie a chegar lá. O persistente aprendeu a caminhar em linha reta, na direção de seus objetivos e metas. Enquanto persistência é uma virtude, teimosia é um defeito. Quando damos uma direção à teimosia e nos libertamos das ilusões das nossas egotrips, aprendemos a ser persistentes.

Faça de seus erros, razões para acertar. Seres humanos não aprendem com seus erros, aprendem consertando seus erros…

Neste exato momento, há uma imagem refletida no “espelho” deste texto. Não a trate como um desconhecido…

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Diante da Crítica

critica

Você vem sofrendo muitas críticas? Isso te incomoda?

Despreocupe-se!

Quando desenvolvemos uma competência nos tornamos mais fortes diante da vida e de seus desafios. Dentro do rol das melhores competências que podemos e devemos desenvolver encontramos uma que nitidamente se destaca: a nossa competência em suportar a pressão das críticas!

As críticas se dividem em dois grandes grupos: as construtivas e as destrutivas.

Uma crítica é construtiva quando tem por finalidade contribuir com o nosso aperfeiçoamento. Por aperfeiçoamento devemos entender o foco em aprimorar nossas forças e diminuir nossas fraquezas.

No caso da crítica construtiva, quem o está criticando vai sempre lhe apontar uma deficiência (fraqueza) ou falta de eficiência (uma força que não está sendo plenamente ou corretamente utilizada). Em ambos os casos esta pessoa está lhe fazendo um favor porque está lhe ajudando a ampliar suas percepções a respeito de si mesmo.

Não é raro que alguém lhe faça uma crítica inesperada, daquelas que nem mesmo em seus dias de maior imaginação passariam pela sua cabeça. Nestes casos nossa primeira reação é a surpresa, seguida imediatamente do julgamento de que a crítica só pode ser absurda e improcedente. É comum julgarmos absurdo ou improcedente aquilo que não passa pela nossa cabeça. Mas isto não invalida a importância da crítica!

“Quando todos pensam da mesma maneira, frequentemente, ninguém está pensando!”

Quanto mais rara for uma crítica, tanto mais importante ela tende a ser, portanto infinitamente maior a importância de a ouvirmos com atenção e refletirmos em profundidade sobre ela.

Diante de críticas construtivas o procedimento é simples. Ouça com toda a atenção, independentemente de suas impressões e julgamentos com relação ao autor da crítica. Desenvolva um profundo respeito e gratidão pelas críticas construtivas, elas são sempre um convite ao aperfeiçoamento e um poderoso remédio contra a vaidade.

Atente para uma questão muito importante: o fato da intenção da crítica ser construtiva não significa que a pessoa que a fez tenha habilidade em comunicá-la da melhor forma. Gentileza, boa educação e habilidade interpessoal não são características comuns a todos os bem intencionados. Isto significa que em muitas situações uma crítica construtiva, que muito pode contribuir com sua vida, poderá vir em péssima “embalagem”. Preste mais atenção no conteúdo da crítica que na sua forma. Conheço várias pessoas de valor, sinceras e bem intencionadas que não sabem dizer as coisas com “jeitinho”. Afinal por que esperar que as críticas venham apenas de pessoas craques em relacionamento e comunicação?

Vejamos agora as críticas destrutivas.

Uma crítica é destrutiva quando tem por finalidade desestruturar, ferir, magoar ou desorientar. Observe que o fato de você ter se magoado não significa, necessariamente, que a crítica tenha sido destrutiva. Alguém pode se magoar por tendência em colocar-se no papel de vítima, baixa autoestima, falta de humildade ou excesso de vaidade, e nestes casos a responsabilidade pela mágoa é toda sua.

A crítica é destrutiva quando é apresentada com o objetivo claro de causar dano ou ofensa, visando impedir seu processo natural de evolução. Esta é uma arma muito utilizada por pessoas presas aos processos de inveja, ciúme e maldade. Sim, estas pessoas existem e em proporção bastante alta. São pessoas que ainda não se descobriram, ainda não descobriram a presença de Deus em si e no próximo.

Mesmo nestes casos, ouça atentamente a crítica. Lembre-se que alguém na tentativa de magoá-lo pode, ainda assim, dizer-lhe uma verdade. Seus oponentes podem ser pessoas inteligentes e a crítica apesar de maldosa, pode conter elementos verdadeiros.

Neste caso este “oponente”, por ironia do destino, estará lhe fazendo um bem, desde que você possua a humildade de analisar e refletir sobre o conteúdo da crítica!

Caso a crítica esteja fundamentada em conteúdo falso, maledicente ou preconceituoso, considere este texto a seguir que escrevi em meu livro Atitudes Vencedoras:

Pedras e frutos

Não se atiram pedras em árvores sem fruto; toda tentativa de apedrejamento visa sempre derrubar os frutos.

Inocente ignorância dos apedrejadores, porque, mesmo conseguindo o feito, se esquecem de que os frutos caídos no chão experimentarão o tempo e a decomposição e voltarão a frutificar, de uma ou de outra maneira, pois cada semente dá origem à essência interior que carrega.

Já as pedras caídas no chão permanecerão pedras, e as mãos que as atiraram terminarão vazias, tão vazias quanto o coração e a alma que lhes ativaram o movimento.

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Não acredite no fracasso

fracasso

A vida não é feita somente de vitórias. E os fracassos não são tão ruins, basta não dar a eles mais importância do que possuem!

Se você estiver vivendo plenamente (viver plenamente inclui assumir riscos responsáveis) é bem provável que você fracasse algumas vezes. Isso é normal e positivo. Sim, é normal, pois fracassar é parte do processo de aprendizagem. Thomas Edison fez inúmeras tentativas em que fracassou até conseguir inventar a lâmpada elétrica. Perguntado sobre suas falhas, ele respondeu: “Apenas descobri inúmeros caminhos que não serviam ao meu propósito, mas sem percorrê-los não chegaria ao meu êxito!”.

A vitória é uma tentativa que deu certo, as demais foram um ensaio necessário. Quem não ensaia, não estréia!

Fracassar é também positivo porque lhe impede de contrair a doentia ideia de infalibilidade. Todas as pessoas que não querem falhar nunca, além de falharem com mais frequência, sentirão dores muito mais profundas a cada falha.

A maior parte dos fracassos advém de tentativas de acerto e, portanto, são nobres, não pobres!

A pobreza não reside no fracasso, mas em considerá-lo definitivo. Um fracasso somente será definitivo se você desistir de tentar novamente. Então a conclusão é simples – na vida, nunca desista do que vale realmente a pena, só desista daquilo que não vale. A sabedoria está em saber a diferença.

E esta diferença é facilmente percebida com o passar do tempo.

Se você desistir do que vale a pena encontrará fracasso e tristeza duradouros. Se você persistir no que vale a pena, encontrará sucesso e felicidade verdadeiros.

E ainda, se você insistir no que não vale a pena, encontrará sofrimento, mas se desistir encontrará alívio.

Não fuja do fracasso, apenas dedique-se ao sucesso! Na vida, fugir é uma ilusão, suas questões interiores irão com você aonde você for.

Se você fracassou, aproveite a lição contida no fracasso: a oportunidade de aprender e recomeçar com mais experiência!

O fracasso não é uma condenação, é uma parada para reflexão. Os aviadores se preparam para arremeter (subir rapidamente) em todo e qualquer pouso. Podemos dizer “brincando” que um pouso é uma arremetida que “fracassou”…

Esteja preparado para arremeter sempre que perceber que não vai pousar com sucesso…

Levante! Tente outra vez. Tente diferente. Tente com mais intensidade. Tente o que ainda não tentou!

Todas as pessoas de sucesso devem muito mais a seus fracassos que a qualquer outro estímulo em suas vidas!

Não se coloque na posição de vítima rotulando-se de fracassado. A maioria dos cantores de sucesso que você admira, receberam dezenas de “portas na cara” antes que você pudesse ouvi-los no rádio ou na TV. Muitos dos maiores escritores do mundo tiveram seus originais  rejeitados por editores que não compreenderam o conteúdo que tinham nas mãos.

Muitas vezes o fracasso de alguém é apenas a incapacidade dos outros de perceberem uma ideia, um comportamento, um talento ou um valor muito à frente deles mesmos.

Se você estiver à frente de seus amigos, de sua família, de sua empresa e/ou do seu tempo, poderá ser visto como um fracassado quando, na verdade, eles é que fracassaram em compreender você!

O fracasso não existe… A não ser para aqueles que se culpam por terem tentando, sem obter êxito e, numa atitude covarde, desistem de tentar outra vez!

Não devemos ser reféns do medo, mas se você tiver que cultivar algum, cultive o medo de ser covarde! Seja corajoso! Corajoso não é que não sente medo. É quem avança apesar do medo.

Fracasso significa apenas: hora de reavaliar e redesenhar o caminho.

O fracasso é algo natural. Se você nunca fracassou preocupe-se! Você deve estar tentando pouco e inovado quase nada.

Se você fracassou muitas vezes, por razões muito semelhantes, observe se há um fator comum a ser corrigido nos fracassos recorrentes, algo que você não ainda aprendeu das vezes anteriores.

Se você aprendeu e aprende muito com seus fracassos, bem vindo e bem vinda ao seleto grupo de homens e mulheres que fazem a diferença no mundo!

Assim como não existe um romance sem lágrimas, a vida também não é feita só de vitórias, se fosse, não haveria mérito algum.

Enquanto você ensaia para o sucesso deixe que os fracos acreditem que fracassaram, mas a todos que você encontrar pelo caminho, seja generoso e explique:

- Acorde! Se você chegou até aqui, pode ir mais longe! – Levante-se e siga!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

As 15 posturas de um líder de sucesso

perfil lider lideranca

 Liderança é um comportamento aprendido que se torna inconsciente e automático ao longo do tempo. Segundo a revista americana Forbes, os líderes tomam decisões importantes sobre um problema no mesmo período em que outras pessoas levam apenas para entender as questões. O processo de tomada dessas decisões vem de um acúmulo de experiências, encontros com uma multidão de circunstâncias diferentes, tipos de personalidade e falhas imprevistas.

Conforme a publicação, os líderes mais bem-sucedidos são os tomadores de decisões instintivas. Para fazer a carreira avançar, é preciso aprimorar a capacidade de liderança e assumir responsabilidades. Para chegar lá, a revista listou 15 posturas que devem ser trabalhadas por um líder de sucesso. Confira a seguir:

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Consertar o mundo

Olá amigos, aqui está uma breve e bastante conhecida história sobre como consertar o mundo. Espero que vocês gostem.

Um homem muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu escritório, tentando encontrar meios de consertar o planeta.

Certo dia, seu filho de 7 anos entrou em seu escritório decidido a ajudá-lo.

consertar o mundo

O homem, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo.

Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!

Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa.

Passados alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente:

- Pai, consegui! Terminei tudo!

A princípio, o pai não deu crédito ao chamado do filho. Seria impossível uma criança de 7 anos conseguir recompor um mapa que jamais tinha visto.

Relutante, o homem levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Ficou boquiaberto. Pensou: como seria possível? Como o menino de 7 anos foi capaz de tal feito? E resolveu perguntar:

- Meu filho, você não sabia como era o mundo, como conseguiu montá-lo completamente?

E a criança respondeu:

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui.
Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem do outro lado da folha, pois o homem eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!

Moral da história: o primeiro passo para consertar o mundo é consertar os seres humanos. Só seres humanos melhores poderão fazer do mundo um lugar melhor.

Autor desconhecido

Um grande abraço a todos, do palestrante Carlos Hilsdorf.

Esforço extra

Sabe o que Pelé, Ayrton Senna, Oscar Schmidt, Fernanda Montenegro tem em comum? Todas estas pessoas são geniais em suas áreas porque se esforçaram muito mais que outras pessoas também talentosas.

esforço extra

 

Elas se dedicaram profundamente, e ao fazer isso na busca pela própria excelência, foram reconhecidas e tornaram-se referências. Torne-se também uma referência na vida e no trabalho. O mundo valoriza as pessoas que fazem a diferença. Muito mais importante que aquilo que você faz é a maneira que você faz. Não entregue ao mundo apenas o que ele pede a você. Vá além, dedique-se mais. Esforce-se mais. Onde as pessoas comuns se dão por satisfeitas, aí começa o seu trabalho.

Esforço extra é tudo o que você faz além daquilo que se esperava de você. É dedicação adicional. Quando você faz algo além do esperado, evidencia o seu verdadeiro valor. Por isso, trabalhe para superar expectativas. Faça além do óbvio. Não se dê por satisfeito em ser bom, busque ser ótimo!

Esforce-se mais que os outros. Esforce-se mais do que você já se esforçou anteriormente. Se você faz as coisas bem, faça-as ainda melhor.

Palestrante Carlos Hilsdorf (trecho do livro 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira)

A Inveja

Olá amigos! Que nunca sofreu com a inveja? A inveja é uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-las. A quem sofre porque outras pessoas tem inveja de você, deixou este pequeno texto “Pedras e Frutos” de minha autoria, e uma breve fábula, bastante conhecida.

Pedras e frutos (por Carlos Hilsdorf)

”Não se atiram pedras em árvores sem fruto; toda tentativa de apedrejamento visa sempre derrubar os frutos.
Inocente ignorância dos apedrejadores, porque, mesmo conseguindo o feito, se esquecem de que os frutos caídos no chão experimentarão o tempo e a decomposição e voltarão a frutificar, de uma ou de outra maneira, pois cada semente dá origem à essência interior que carrega.
Já as pedras caídas no chão permanecerão pedras, e as mãos que as atiraram terminarão vazias, tão vazias quanto o coração e a alma que lhes ativaram o movimento.”

Palestrante Carlos Hilsdorf

E aqui, a fábula, de que falei:

A Inveja

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar.

Ele fugia rapidamente, com medo da cobra. Fugiu durante um dia e ela não desistia, dois dias e nada da cobra desistir.

No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra:

- Posso lhe fazer uma pergunta?

- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.

- Pertenço à sua cadeia alimentar?

- Não.

- Te fiz alguma coisa?

- Não.

- Então por que você quer me comer?

- PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR!

A qual grupo você pertence ?

fazer a diferença

Em uma importante universidade, um sábio professor, com grande dose de paciência, tentou começar a primeira aula do ano de sua nova turma, mas não conseguiu. Pediu silêncio educadamente várias vezes e não obteve sucesso. O professor, com voz firme, disse então:

“Queridos alunos, prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez. Desde que comecei a dar aula, há muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada 100 alunos, apenas 5 são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas 5 se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas e do mundo. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; não se dedicam, não se esforçam, não saem da zona de conforto, são acomodados, ficam na mediocridade… Passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta porcentagem vale para todo mundo. Se prestarem atenção, notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons, apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais que amam o que fazem.

É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do restante, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teríamos o silêncio necessário para uma boa aula e eu dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores.

Mas, infelizmente ainda não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que está sendo feita pelo restante.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá: ao grupo que faz a diferença, ou ao grupo que passa pela vida sem deixar sua marca. Pensem bem. Ainda dá tempo de fazer parte do grupo certo, do grupo que faz a diferença. Obrigado pela atenção e vamos à aula”.

Esta simples história nos traz uma forte mensagem sobre a importância da dedicação, do comprometimento, do esforço-extra. Uma lição sobre sair da mediocridade, abandonar o comodismo e fazer as coisas realmente acontecerem. E você? A qual grupo você quer pertencer?

Um grande abraço a todos!

Carlos Hilsdorf