DOWNLOADS

*campos obrigatórios

Para iniciar o download de material exclusivo, preencha com seus dados:

CONTATO

*campos obrigatórios

Entre em contato conosco e supere suas expectativas:

CONTRATE

*campos obrigatórios

Formulário:

Verifique a disponibilidade de agenda para contar com a presença de
Carlos Hilsdorf em seu evento.
Torne seu evento único!

Preencha o formulário ao lado.

+55 16 3374.3839

Rua Sete de Setembro, 1353, Centro
CEP: 12560-180 São Carlos - SP

Blog

Arquivo da tag: realização

Autossabotagem

autosabotagem

Pare de sabotar sua vida, sua felicidade e seu sucesso.

Quaisquer que sejam os caminhos que sua vida percorra, cedo ou tarde, você irá perceber que tanto as melhores oportunidades, quanto as maiores dificuldades estão em você e não nos outros. É sempre mais fácil culpar aos outros e à vida por nossas desistências e fracassos e pela ausência de oportunidades. Mas o caminho mais fácil não é, necessariamente, o melhor caminho!

Quanto antes percebermos que nós mesmos sabotamos nossas possibilidades de felicidade, sucesso e prosperidade, melhores serão nossas chances de vitória, porque o tempo não para e a oportunidade não espera especificamente por você, mas por alguém com atitude suficiente para aproveitá-la!

É inquietante a incoerência humana. O Homem destrói, com suas próprias atitudes, aquilo que mais ama e deseja. Matamos antecipadamente nossos sonhos por medo que eles não se realizem!

Quando estabelecemos um objetivo, uma meta ou um sonho, estamos no mundo da imaginação e do desejo, onde tudo é possível. Imediatamente quando começamos a caminhar para realizá-los entramos na estrada da realidade. E na dimensão da realidade, o sonho encontra as dificuldades.

Ao sentirmos a presença inicial da dificuldade e, prevendo que outras maiores virão, começamos a colecionar desculpas nobres para justificar o nosso possível fracasso na realização do sonho. Admitir um fracasso antecipadamente sem participar da luta para superá-lo é, de fato, o início do fracasso!

Aqui, exatamente aqui, frente às dificuldades iniciais, começamos a fazer amizade com o fracasso: começamos a nos autossabotar. Imediatamente procuramos algo ou alguém para depositar a culpa pela não-realização do sonho: são os pais, a companheira, o companheiro, o mundo, o mercado, o universo, o destino…

A verdade é que começamos a desistir logo no início da jornada. E esta desistência tem uma explicação simples: com medo de tentar muito e depois “morrer na praia”, abortamos o sonho. Preferimos trocar uma possível frustração futura, que julgamos ser maior, por uma frustração imediata menor.

E para enganar a nós mesmos usamos toda a nossa criatividade para desenvolver desculpas nobres que encubram nossas atitudes pobres!

Começamos a dizer:

- “Na verdade eu não queria isso tanto assim! Não tinha mesmo tanta importância…”

- “Foi melhor que as dificuldades apareceram, não daria certo mesmo!”

- “Ainda bem que as dificuldades me mostraram que isso não era pra mim, se realmente fosse as coisas seriam mais fáceis!”

Mentimos para nós mesmos e para todos aqueles a quem não queremos decepcionar, alegando que desistimos de algo pequeno e sem importância, quando na verdade estamos desistindo do que tem mais importância: nossa disposição para lutar e vencer!

Queremos ser felizes, prósperos e obter sucesso, mas temos receio de não conseguir ou não manter estas conquistas. Observe as relações amorosas: com medo do abandono, acabamos por estabelecer relações tormentosas baseadas na cobrança excessiva, na agressividade, no ciúme, no controle e na manipulação. Tudo isso só nos aproxima mais rápido da perda e do abandono!

Esta é uma das mais profundas incoerências humanas, matar aquilo que mais desejamos alcançar e manter.

Pare neste exato momento e reflita sobre atitudes que você está adotando que são absolutamente contrárias aos seus objetivos. Reflita sobre como você vem usando sua criatividade para encontrar desculpas nobres para atitudes pobres e pare de se autossabotar.

A maior de todas as tolices é tornar-se seu próprio inimigo, lamentavelmente é também a mais comum!

A propósito: pare de se autossabotar com esta culpa por ter se sabotado tanto até agora! Culpas não resolvem nossas vidas, agravam. Transforme a culpa em responsabilidade. Torne-se responsável em escrever uma nova história de agora e diante e de perceber e corrigir cada vez mais rápido qualquer deslize de sabotagem.

Quando caímos podemos ficar olhando para os limites impostos pelo solo ou dar a volta e olhar para o espaço infinito oferecido pelo céu, a escolha é nossa!

Quando perceber qualquer possibilidade de autossabotagem, delete-a imediatamente! Somos os editores do nosso próprio destino, não permita publicar em sua vida nenhum parágrafo que diminua a beleza da sua história. Nenhum de nós deve passar pela vida sem “acontecer”!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

 

Cuidado com o que você deseja…

desejos

A imensa maioria das pessoas deseja realizar mudanças em suas vidas. Nem todas possuem o mesmo grau de consciência sobre as mudanças que desejam realizar. E, ao contrário do que possamos imaginar, nossos desejos não são todos favoráveis. Muitos deles, se realizados, trarão mais sofrimento que felicidade.

Sábio é aquele que aprende a querer o que deve querer!  Uma antiga oração diz “Deus, não me dê o que te peço, mas o que de fato preciso”. Esta oração é uma demonstração de profunda sabedoria.

Muitas vezes somos atraídos para armadilhas existenciais disfarçadas em desejos aparentemente maravilhosos, cuja realização pareceria nos trazer um grau máximo de felicidade.

O desejo é o caminho mais fácil para iludir o Homem e, por isso, ele é assunto de todas as práticas espirituais que visam restabelecer uma ligação mais profunda com Deus; a palavra religião vem de religare – que significa ligar de novo.  O pressuposto é que, em essência, somos todos ligados ao Criador, e que a vida cotidiana cria ilusões de separação que acabam gerando sofrimento. Este é um aspecto fundamental na maioria das expressões de religiosidade no mundo, todas advertem sobre a necessidade de vencer nossos desejos oriundos do ego para reorientarmos nossa vontade para aquilo que vale a pena querer…

Esta breve reflexão sobre a inadequação de muitos desejos e do quanto eles expressam aspectos patológicos do ego, já é suficiente para que tomemos todo o cuidado com propostas como as contidas em livros que prometem “segredos” e “leis de atração”. Querer que o mundo se submeta aos nossos desejos é inverter as coisas e tentar brincar de Deus.

Felizmente nossos desejos não são todos atendidos. Quem já não teve um desejo inconsequente em um momento de raiva e descontrole emocional?  A simples manifestação desta energia negativa já trouxe, simultânea e inevitavelmente, algumas consequências menos felizes para o seu autor, já que o desequilíbrio emocional, por si só, já é uma forma de autoagressão.

Devemos nos concentrar em descobrir as características que compõe a nossa essência, conhecendo a natureza do ego e vencendo suas “inconsequências”.

Substituir a vontade que nossos desejos sejam realizados pela vontade que aconteça “o melhor” é o começo do caminho da sabedoria e da sanidade. Não somos donos do mundo e não possuímos condições plenas para decidir o que deve ou não acontecer. Devemos nos concentrar em fazer boas escolhas, escolhas que estejam em sincronismo com a nossa essência e com metas espirituais elevadas, exercendo a aceitação com respeito aos aspectos que fogem à nossa competência de decisão.

Querer fazer por métodos “mágicos” que o mundo realize nossos desejos é uma infantilidade da alma. Claro que o pensamento é uma poderosa força motriz; claro que ele é matéria prima das nossas exteriorizações e realizações; é evidente que um pensamento focado e disciplinado favorece a possibilidade de vitórias nos desafios da existência, mas daí a querermos moldar o mundo ao feitio de nossos inconsequentes desejos, é coisa bem diferente.

Reconhecer que existe um princípio de atração na esfera mental e que devemos orientar nossos pensamentos de maneira “positiva” é apenas a ponta do iceberg e não garante a felicidade.

Todas as vezes que condicionarmos a nossa felicidade à realização de nossos desejos infantis estaremos na contramão de sermos felizes. A busca da felicidade é uma busca de autorrealização, de essência, e não pode depender de nada, objeto, pessoa ou acontecimento que esteja fora de nós. Pessoas, objetos e acontecimentos podem fazer parte do cenário onde aprendemos a ser felizes, mas não podem ser a causa da nossa felicidade, ou não teremos felicidade, teremos dependência. E se um destes fatores vier a faltar despencaremos daquilo que chamávamos felicidade para o abismo profundo da depressão e da angústia.

A felicidade é um estado que convive estreitamente com a interdependência, mas prescinde da dependência.

A pior coisa que poderia acontecer à maioria das pessoas seria que todos os seus desejos se realizassem. Onde ainda não há consciência, os desejos agirão sempre contra nossas necessidades mais legítimas… É raro pedirmos o que realmente precisamos…

Busque a Verdade, não o desejo. Busque o Amor, não a dependência.

Não possuir é a liberdade suprema e não desejar é a condição para que a atração verdadeira se processe. Não conheço outro segredo…

Cuidado com aquilo que você deseja, alguns de seus desejos podem “se realizar” para ensiná-lo que não valiam a pena. Embora o aprendizado seja útil e bem-vindo, tenho certeza de que nestas condições, você preferiria não ter desejado…

Nas histórias sobre gênios e lâmpadas, eles concedem apenas três desejos – isso é para evitar que as pessoas na lenda compliquem demais seus destinos com desejos inconsequentes e aprendam a escolher o que vale a pena pedir!

Estas lendas ensinam muito sobre a vida porque são oriundas da sabedoria milenar de povos antigos. Acredite mais na competência de fazer escolhas que na possibilidade de ter os desejos “magicamente” realizados. Se você escolher corretamente, o que deve acontecer, acontecerá. E o resultado será muito melhor que o “desejado”!

Cuidado com o que você deseja, seus desejos expressam mais suas fraquezas que suas forças…

Vença os desejos infantis, vença o ego e você terá um encontro face a face com a felicidade que você tanto busca. Ela não está em outro lugar senão dentro de você!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.