DOWNLOADS

*campos obrigatórios

Para iniciar o download de material exclusivo, preencha com seus dados:

CONTATO

*campos obrigatórios

Entre em contato conosco e supere suas expectativas:

CONTRATE

*campos obrigatórios

Formulário:

Verifique a disponibilidade de agenda para contar com a presença de
Carlos Hilsdorf em seu evento.
Torne seu evento único!

Preencha o formulário ao lado.

+55 16 3374.3839

Rua Sete de Setembro, 1353, Centro
CEP: 12560-180 São Carlos - SP

Blog

Uma revolução na educação

A transformação dos valores, hábitos e costumes de cada cultura através dos séculos de civilização foi sempre uma constante. Pablo Picasso tinha absoluta razão quando dizia que todo ato de criação é antes um ato de destruição.

revolução na educação

O mesmo ocorre com a educação. Educar é “destruir” a ignorância e os entraves à chegada do futuro. Mas não podemos perder a essência da citação de Picasso e sua correlação com a educação. O “destruir” proposto pelo mestre da pintura é a destruição criativa – aquela que dá origem a algo qualitativamente superior.

A educação entendida no âmbito da responsabilidade social, com todos os seus agentes, que não se restringem a professores e alunos no ensino convencional; não está cumprindo este papel de destruição criativa. Estamos vivendo um esgarçamento do tecido social e, todos os agentes (cada qual com sua parcela de responsabilidade) estão permitindo o fenômeno da destruição pela destruição.

Chega aos milhões o número de famílias que delegam a educação como se fosse um fenômeno e uma responsabilidade unicamente da escola e, ao fazê-lo, impedem a escola de cumprir seu verdadeiro papel dentro deste contexto magno da educação.

Não serão proposições, teorias e decisões que mudarão esta realidade. É necessária uma revolução. Apenas com o estabelecimento de uma filosofia de atitudes vencedoras, a sociedade como um todo resgatará a educação como pilar do desenvolvimento sustentável de todos os aspectos da vida.

Precisamos redefinir a relação família-escola, tornando-a uma relação efetiva de cumplicidade e cooperação, onde nenhuma das duas tenta transferir à outra o papel que lhe cabe na desafiante tarefa de educar. Isto só ocorrerá com uma alteração do nível de consciência e de uma profunda reforma em nossas atitudes.

Vivemos uma era de convergência, multidisciplinaridade e interdisciplinaridade, que em contexto global redefine conteúdos e métodos de ensino e aprendizagem. Claro que a tecnologia deve estar a serviço da educação, mas esta não pode ser refém da tecnologia. É prioritário rever a relação professor-aluno e resgatar o prazer de aprender e ensinar – base da boa educação.

As famílias não podem continuar acreditando que educação se delega e se compra. Educação se constrói com centenas de mãos e exemplos, processos e interações. Por que permitir que a sociedade queira transformar escolas que devem preparar para a vida em reformatórios de vidas já deformadas à priori por equívocos não oriundos da escola?

A educação é a verdadeira responsabilidade social. Nenhuma outra haverá, de forma autêntica, na sua ausência.

É necessário resgatar o papel e a autoestima dos mestres, conferindo a eles uma autonomia pedagógica responsável para que voltem a orientar as pessoas preparando-as para a vida e não para provas de eficácia contestável, com efeitos no curto prazo e distorções a médio e longo prazos.

Os desafios de cada geração, apesar das semelhanças, apresentam diferenças significativas que precisam ser coerentemente equacionadas. À época em que vivemos, não podemos desconsiderar o conteúdo empreendedor associado aos demais conteúdos essenciais dos nossos programas.

É hora de ressignificar a educação, e isso não se faz de uma hora para outra; é processo, leva tempo, mas não pode ser procrastinado com base nesta desculpa nobre. O tema é urgente e as atitudes são inadiáveis. Todos nós, atores sociais, envolvidos direta ou indiretamente com educação, precisamos nos mobilizar em um grande diálogo social, amplo, irrestrito e orientando para a ação, no sentido de considerar as diferenças e construir a partir delas um legado substancial que possa, efetivamente, construir uma melhor versão do futuro!

Como dizia Cora Coralina: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”.

Por Carlos Hilsdorf economista, pós-graduado em marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero. Referência nacional em desenvolvimento humano.
Site: www.carloshilsdorf.com.br – Twitter: www.twitter.com/carloshilsdorf

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>