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Artigos

O RH e a Era da Inclusão

Desde o início da minha atividade como palestrante venho defendendo e apresentando, em congressos, artigos, entrevistas e eventos de todas as áreas e segmentos da economia, a necessidade do reconhecimento da contribuição do RH na evolução das relações humanas e na maturidade empresarial.

A contribuição dos profissionais de RH é imensamente superior à que lhes é atribuída. Pensemos em termos de educação no Brasil: vivemos em um país o­nde 59% dos docentes não lêem ao menos um livro por mês e 69% raramente vão a uma biblioteca. Curioso possuirmos um mercado livreiro em franca ascensão em um país o­nde o nível de leitura é baixo até mesmo entre docentes.

Olhemos agora para o universo corporativo. Onde se concentra o maior índice de leitura na sua empresa? Exatamente, no RH!

Os profissionais de RH são, de longe, os que mais lêem nas empresas brasileiras. Conheço empresas o­nde os profissionais de RH lêem mais livros sobre gestão que os próprios gestores, a quem por definição cabe o expertise da atividade.

O RH preconizou as mais importantes revoluções culturais do universo empresarial das últimas quatro décadas, trazendo a tona profundas discussões e reflexões, somente depois incorporadas pela administração e pelo marketing.

Basta olhar para a questão da Qualidade. Quem foram os precursores na implantação da qualidade nas empresas? Profissionais do RH!

Se falamos em competências, aí está o RH no desenvolvimento das competências, se falamos em talento, aí está o RH na gestão dos talentos. Capital intelectual? RH sempre foi vanguarda do que há de relevante no universo conceitual, trazendo novos conhecimentos e validando os já absorvidos e ainda não efetivamente implantados.

Vivemos agora um momento o­nde sete palavras chave resumem o universo conceitual no mundo corporativo brasileiro. Duas delas são: inclusão e responsabilidade.

Vamos pensar em responsabilidade social. Quem é o precursor da implantação de políticas de valorização social nas empresas, começando no ambiente interno? Novamente o RH!

O Marketing e a Gestão, tão resistentes tempos atrás, agora resolveram adotar estas práticas, não em seu sentido original, mas sim em uma política nitidamente de Marketing Social camuflado na bandeira da Responsabilidade Social.

Esse fenômeno tem relação com um certo amadurecimento do nosso capitalismo tropical, o mesmo ocorre com a inclusão.

Você já notou o boom de crescimento do setor de cosméticos? Tinturas e linhas étnicas são o carro chefe deste boom. Nosso capitalismo mais maduro, na necessária abordagem a novos nichos e segmentos descobriu o óbvio. Existe uma incrível fatia de mercado, composta por indivíduos com características étnicas que pedem produtos diferenciados, apropriados às características e particularidades da sua etnia. Eureka!

Vivemos a Era da Inclusão. Um programa de uma das maiores redes de televisão do país, conta agora com uma apresentadora de traços orientais. As novelas abordam o homossexualismo. Crescem o número de atores negros nas novelas e estes, interpretam não somente papéis secundários, mas de destaque na trama e na sociedade retratada. Efeitos da era da inclusão.

Cai o modelo antigo da sociedade para a entrada de um modelo multicultural, multirracial, sexualmente não discriminatório e que na sequência, esperamos, apresente uma nova exposição da figura feminina, longe dos estereótipos e da banalização da mulher-objeto.

Agora novamente: quem sempre esteve na vanguarda da bandeira da diversidade, da inclusão e respeito pelas diferenças? O RH!

As mudanças que as empresas não colocam em prática num primeiro período, com base em valores humanistas, são implantadas no momento seguinte por questões de mercado.

Tudo isto comprova, mais um a vez o que venho dizendo e repetindo:

Toda reunião cuja pauta seja tratar do presente e futuro da empresa e do negócio para a qual RH não tenha sido convidado, é míope!

Esta é também a era do RH, o­nde as conquistas e as contribuições do setor precisam e devem ser validadas, apresentadas e refletidas. Para isto faz-se necessário um novo RH, que contenha todas as virtudes que sempre o moveram, mas livre de alguns enganos, anacronismos e deslizes estratégicos.

Vamos juntos escrever a biografia do novo RH no Brasil. Conto com você!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, e Revolucione Seus Negócios. Referência nacional em desenvolvimento humano.

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