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Artigos

Mudanças no Ambiente de trabalho: Já!

Todos que nos interessamos por pessoas e negócios - e essa é a melhor ordem para a hierarquia destes interesses - percebemos a riqueza do momento atual para a incorporação e implementação de mudanças qualitativas efetivas em nossos ambientes de trabalho.

Se durante muito tempo imperou uma visão mecanicista no universo da produtividade, oriunda de um modelo de negócios pós Revolução Industrial, pós ingresso na Era do Conhecimento ocorrem quatro fenômenos muito nítidos:

1) O Retorno do Homem como "Mente de Obra” e não “Mão de Obra” ao centro de um processo produtivo baseado em inovação constante pela via do conhecimento.

2) Uma perplexidade frente aos desafios de encontrar indicadores quantitativos que conseguissem, de fato, medir um desempenho qualitativo, de repercussões nem sempre tangíveis no curto prazo.

3) O desafio do desenvolvimento de estratégias de atração, desenvolvimento e retenção de talentos frente aos quais as teorias básicas da motivação apresentavam muitas lacunas. Ou seja: cenoura e chicote, tais como eram compreendidas, eram ineficazes.

4) Um encontro multigeracional de talentos tendo que conviver e produzir em equipes multidisciplinares com crenças e valores distintos em uma proporção maior que todos os períodos históricos anteriores.


Nenhuma empresa é, de fato, responsável pela qualidade de vida de seus colaboradores, mas é, absolutamente, responsável por oferecer as condições para que se possa vivenciar a melhor qualidade de vida no ambiente de trabalho!

Se a competitividade do mercado se reflete dentro das organizações e se, como sabemos, o nível de pressão sob todos os envolvidos em atividades corporativas é sempre crescente; não basta dizer que os indivíduos precisam possuir alto nível de resiliência para serem produtivos. O sistema precisa desenvolver ferramentas, práticas e processos atualizados para atender as demandas de todos os envolvidos.

Assim, a liderança passa a substituir a chefia, gerencia e supervisão clássicas; análises de atmosfera e clima organizacional passam a fazer parte da avaliação do capital competitivo das organizações; planejamento de carreira torna-se condição sine qua non de permanência dos melhores talentos e análises 360 graus evidenciam o impacto do profissionalismo de todos.

Tudo isto aconteceu em pouco mais de duas décadas que compreenderam:

a) O nascimento do interesse de executivos da linha de gestão por temas, anteriormente, considerados somente de RH - agradeçamos a Daniel Goleman que, com seu livro "Inteligência Emocional", introduziu o respeito à psicologia em cabeças condicionadas a planilhas e cálculo.

b) Uma reinvenção do RH que, sem perder sua essência filosófica, aproxima-se das realidades conceituais dos melhores autores de negócios das mais diversas áreas, começando a estudar mais Drucker, Prahalad, Porter, Hamel, etc.

c) A chegada da geração Y com sede de velocidade de crescimento, cabeça cheia de bons conceitos e novas ideias e pouca/nenhuma experiência, o que deixou os veteranos, baby boomers e gerações X, de cabelo em pé!


Dado este brevíssimo overview, sejamos agora pragmáticos e assertivos. Em um modelo de negócios que busca a sustentabilidade pela via da inovação, totalmente dependente da competência e produtividade intelectual/emocional dos colaboradores, nosso ambiente de trabalho peca por:

1) Não oferecer condições técnicas, operacionais e psicológicas que favoreçam o erro inovativo. Não devemos ser paternalistas com erros oriundos de descomprometimento, deficiência em competências básicas ou desvios de conduta, mas temos que ser incentivadores dos erros como tentativas de acerto - os erros decorrentes da tentativa de fazer algo realmente novo sob o qual sabemos pouco e temos que aprender à medida que avançamos. As empresas falam muito em inovação, mas oferecem pouco espaço para que ela seja gerada, experimentada e vivenciada. Há excesso de restrições e de apego às normas já estabelecidas.

2) O reconhecimento à inovação costuma ser pobre, às vezes mesquinho, para com seus promotores. A ideia de que tudo deva ser encarado como custo remonta à Revolução Industrial não a Era do Conhecimento.

3) Nosso modelo de produtividade ainda está fundado no modelo workaholic e ainda se acredita que a melhor maneira de aumentar a produtividade consiste em trabalhar excessivamente, o oposto do que as mentes mais criativas provaram em toda a história da humanidade. A melhor maneira de aumentar a produtividade e gerar maior capital inovador consiste em trabalharmos mais inteligentemente em ambientes que permitam, estimulem e valorizem a inovação!

4) A velocidade das empresas em assimilar os jargões conceituais é extraordinária, já o de criar condições para que eles sejam implementados, excessivamente lenta.

5) O ambiente de trabalho precisa sofrer mudanças que vão desde quantas horas por dias nos dedicamos a nossas atividades criativas e de execução, a sob que circunstâncias ambientais trabalhamos (que vão desde a mera ergonomia à atmosfera psicológica, clima das interrelações e qualidade do vínculo do sonho do indivíduo em convergência com a visão, missão e valores da organização).


A vida em nosso planeta só se fez quando as condições biológicas do nosso ambiente se fizeram propícias para a aparição das primeiras formas de existência e só chegamos ao Homem à medida que estas condições foram se tornando melhores e menos hostis. No mundo das empresas não há por que ser diferente: ambiente é, quase, tudo!

Carlos Hilsdorf
Economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante dos Congressos Mundiais de Administração (Alemanha e Itália) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor dos best sellers Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira, Revolucione Seus Negócios e do lançamento Atitudes Empreendedoras. Referência nacional em desenvolvimento humano.

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